MINISTÉRIO DA SAÚDE LIBERA R$ 61 MILHÕES PARA CIRURGIAS ELETIVAS

Recurso será destinado aos municípios que cumpriram a meta de produção estabelecida para realização das cirurgias. Gestores irão receber o dobro da verba para continuarem a realização de mais mutirões

Os estados brasileiros que cumpriram a meta de produção estabelecida em portaria para que municípios pudessem organizar a produção de mutirões de cirurgias eletivas, terão a oportunidade de receber o dobro dos recursos pagos no último semestre, ou seja, poderão realizar ainda mais procedimentos, diminuindo o tempo de espera dos pacientes que aguardam por uma cirurgia eletiva. O Ministério da Saúde liberou mais R$ 61,1 milhões para repassar aos 67 municípios de 17 estados brasileiros que atingiram a meta, conforme produção cirúrgica realizada. No total, foram feitas mais de 80,6 mil cirurgias eletivas em 2017.  

“Estados que já conseguiram organizar a fila única têm a oportunidade de reduzir ainda mais a fila de espera dos pacientes que aguardam por alguma cirurgia. A medida visa reforçar as estratégias de ampliação aos procedimentos eletivos, garantindo o melhor encaminhamento e tratamento dos pacientes. Essa iniciativa vai ajudar a diminuir a demanda e a reorganizar a lista de espera”, reforçou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Estão previstas entre as cirurgias eletivas procedimentos de média e alta complexidade, sem caráter de urgência, como cirurgias de pele, tecido subcutâneo, oftalmológicas; cirurgias das glândulas endócrinas; cirurgias do sistema nervoso central e periférico; cirurgias das vias aéreas superiores, da face, cabeça e pescoço; cirurgias e oncológicas; cirurgias do aparelho circulatório e digestivo e cirurgias do aparelho osteomuscular. Esses procedimentos fazem parte da rotina dos atendimentos oferecidos à população nos hospitais de todo o país, de forma integral e gratuita, por meio do Sistema Único de Saúde.

FILA ÚNICA

Em 2017, o Ministério da Saúde, em uma ação conjunta com estados e municípios, adotou o modelo de fila única para cirurgias eletivas em todo país. Foi feito um levantamento inédito de toda a demanda do SUS por estado para organizar a rede de saúde, acelerar o atendimento do cidadão e reduzir o tempo de espera. Para isso, além do valor repassado mensalmente, foram garantidos R$ 250 milhões extras. Parte desse valor já foi liberado para realização de mutirões, o equivalente a R$ 41,6 milhões.

Para receberem os recursos, estados e municípios deveriam, obrigatoriamente, estar com a fila única atualizada e cadastrada junto ao Governo Federal, o que garante mais transparência e agilidade no atendimento aos pacientes, que muitas vezes ficam sujeitos à lista de espera de um único hospital e deixam de concorrer a vagas disponíveis em outras unidades de saúde da região.

DEMANDA

Em julho de 2017, quando foi fechada a primeira lista para cirurgias eletivas no SUS, haviam 804.961 solicitações. Com base nesses dados, o Governo Federal realizou uma análise detalhada das informações recebidas e constatou algumas inconsistências, como a existência de duplicidade dos cadastros. Após a avaliação, feita pela Ouvidoria do SUS por contato telefônico, chegou-se à conclusão de que havia 667.014 pacientes aguardando por algum procedimento eletivo no país.

As três cirurgias mais demandadas são as do aparelho digestivo, órgãos anexos e parede abdominal (185.666), aparelho da visão (137.776) e aparelho geniturinário (121.205). Além dessas, também estão na lista pequenas cirurgias, cirurgias de pele, tecido subcutâneo e mucosa, das glândulas endócrinas, do sistema nervoso central e periférico, das vias aéreas superiores, da face, cabeça e pescoço, cirurgias oftalmológicas e oncológicas, do aparelho circulatório e do aparelho osteomuscular.

Os recursos extras poderão ser utilizados para ampliar o acesso da população aos procedimentos, reduzindo fila de espera para cirurgias eletivas nos municípios, mas os gestores locais podem utilizar também os recursos regulares de média e alta complexidade, repassados pela pasta mensalmente para todo o Brasil. Em 2017, a pasta repassou aos estados e municípios o montante de R$ 49,3 bilhões para custeio de ações, serviços e procedimentos, incluindo cirurgias eletivas.

MUNICÍPIOS CONTEMPLADOS COM RECURSOS NOVOS PARA CIRURGIAS ELETIVAS

UF

MUNICÍPIO

RECURSO (R$)

AL

DELMIRO GOUVEIA

385.800,00

BA

BRUMADO

34.731,53

CE

JUCAS

29.765,07

GO

GOIANIA

4.313.097,65

GO

RIO VERDE

186.312,43

GO

CATALAO

73.204,61

GO

GOIAS

55.728,00

GO

SAO MIGUEL DO ARAGUAIA

17.904,65

GO

JATAI

43.566,28

GO

SAO SIMAO

16.544,12

GO

IPAMERI

9.665,64

GO

CAIAPONIA

8.892,65

GO

IPORA

25.206,43

GO

ITAPURANGA

2.176,34

MA

MARANHAO

3.398.576,48

MA

BARAO DE GRAJAU

127.641,07

MG

BELO HORIZONTE

8.817.139,41

MG

POCOS DE CALDAS

263.532,71

MG

CONTAGEM

1.832.963,21

MG

PIRAPORA

87.471,51

MG

CONCEICAO DAS ALAGOAS

10.878,78

MG

SAO GOTARDO

54.653,88

MS

MATO GROSSO DO SUL

1.466.904,00

MS

COSTA RICA

30.427,30

MS

CHAPADAO DO SUL

28.241,64

MS

APARECIDA DO TABOADO

30.013,70

MS

COXIM

77.656,00

PA

BELEM

1.718.386,93

PA

ITUPIRANGA

78.449,22

PA

BARCARENA

165.032,05

PA

AGUA AZUL DO NORTE

3.660,05

PA

BREU BRANCO

4.971,12

PA

URUARA

9.225,27

PA

SAO DOMINGOS DO ARAGUAIA

17.234,83

PB

PARAIBA

2.527.008,09

PE

PERNAMBUCO

2.017.033,70

PR

UMUARAMA

33.092,12

PR

PATO BRANCO

96.874,76

RJ

RIO DE JANEIRO

5.404.950,34

RJ

SAO FIDELIS

1.905,08

RJ

PORTO REAL

13.712,90

RR

BOA VISTA

5.352,21

RS

NOVA PRATA

75.327,20

RS

SAPUCAIA DO SUL

124.881,54

RS

CANELA

42.794,49

RS

ILOPOLIS

1.464,62

SC

JOINVILLE

690.934,16

SC

JARAGUA DO SUL

202.921,62

SC

BLUMENAU

416.899,01

SP

SAO PEDRO

662.455,99

SP

SAO PAULO

23.159.144,40

SP

DIADEMA

184.159,34

SP

ITUVERAVA

49.979,61

SP

INDAIATUBA

256.670,89

SP

RIBEIRAO PRETO

342.490,38

SP

VINHEDO

89.580,25

SP

DESCALVADO

40.226,51

SP

ARARAQUARA

354.760,17

SP

PENAPOLIS

122.361,13

SP

GUARUJA

304.885,13

SP

ASSIS

120.887,75

SP

CARAGUATATUBA

91.105,28

SP

TAQUARITINGA

72.157,61

SP

RIO DAS PEDRAS

40.589,18

SP

COLINA

22.209,79

SP

BATATAIS

74.037,12

SP

PITANGUEIRAS

46.762,94

TOTAL

 

R$ 61.115.269,87

 

Fonte: www.saude.gov.br

MINISTÉRIO DA SAÚDE ESTUDA AMPLIAR VACINAÇÃO CONTRA FEBRE AMARELA PARA TODO O PAÍS

A proposta será discutida com os Estados e organismos internacionais. A vacinação contra febre amarela deve ser feita de forma gradual, de acordo com as possibilidades dos estados

O Ministério da Saúde estuda ampliar a vacinação contra febre amarela para todo o país ainda neste ano devido à circulação do vírus em novas áreas. Durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, apresentou nesta quinta-feira (22) a proposta que deve ser definida com os Estados. A sugestão será também discutida com organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Ao apresentar a proposta, o ministro Ricardo Barros defendeu que estratégia de vacinar toda a população, deve ser feita de forma gradual, de acordo com as possibilidades dos estados. “Isso é uma proposta que será discutida com as diversas competências: secretários estaduais, OMS e OPAS. Se decidido, haverá uma programação de vacinação para cada estado”, esclareceu Ricardo Barros.

A ideia é incluir todos os estados do país como Área Com Recomendação de Vacinação (ACRV). Atualmente, alguns Estados do Nordeste e parte do Sul e Sudeste do país não fazem parte das áreas de recomendação de vacina, por não apresentarem circulação do vírus. Neste locais devem ser vacinados, aproximadamente, 34 milhões de pessoas, sendo 11 milhões nos estados da região Sul e Sudeste, além de 23 milhões no Nordeste.

Atualmente, a estratégia de vacinação contra a febre amarela faz parte da rotina de 21 estados brasileiros e também é recomendada para pessoas de outras regiões que vão se deslocar para áreas silvestres e rurais nessas localidades. O Ministério da Saúde, ao longo de décadas, vem ampliando as áreas de vacinação, conforme a necessidade apontada pelo monitoramento constante da circulação do vírus.

O Ministro da Saúde ressaltou ainda que aguarda o funcionamento da nova fábrica da Libbs Farmacêutica, em São Paulo, para aumento da produção da vacina no país. “Estamos aguardando o início do funcionamento da nova fábrica que poderá produzir mais 4 milhões de vacinas por mês. Assim, teremos a capacidade de fazer a imunização de toda a população. Com isso, todo o Brasil se tornaria área de vacinação permanente”, concluiu.

A nova fábrica faz parte de um acordo de transferência tecnológica entre a empresa privada e o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para aumentar a capacidade de produção do insumo em 48 milhões de doses por ano. Desde o segundo semestre de 2016, Bio-Manguinhos vem trabalhando para viabilizar esse acordo, transferindo à parceira todos os conhecimentos necessários para a parte final da produção. A expectativa é de que até o início de junho seja iniciado o fornecimento ao Ministério da Saúde.

A Fiocruz ainda trabalha na conclusão da construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, que teria capacidade para atender às demandas atuais e futuras de produção da vacina de febre amarela, bem como de outros imunobiológicos. A linha atual de processamento final da Fiocruz para a vacina contra a febre amarela inclui também outros produtos estratégicos para o Ministério da Saúde, como a tríplice viral, que é a vacina que imuniza contra rubéola, sarampo e caxumba.

No ano passado, o Ministério da Saúde adquiriu 65 milhões de doses da vacina de febre amarela do Instituto Biomanguinhos/Fiocruz para distribuição a todos os estados do país e imunização da população. Para este ano, está prevista a compra de mais 48 milhões de doses.

Para atender exclusivamente à demanda da campanha de fracionamento, o Ministério da Saúde distribuiu 19,4 milhões de doses da vacina contra febre amarela aos estados do Rio de Janeiro (4,7 milhões), Bahia (300 mil) e São Paulo (10 milhões). Também foram enviadas 15 milhões de seringas aos estados, sendo 5,2 milhões para o Rio de Janeiro, 500 mil para a Bahia e 9,3 milhões para São Paulo.

CASOS DE FEBRE AMARELA 

O Ministério da Saúde atualizou nesta quarta-feira (21) as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação da febre amarela no país. No período de monitoramento (de 1º de julho/2017 a 20 de fevereiro de 2018), foram confirmados 545 casos de febre amarela no país, sendo que 164 vieram a óbito. Ao todo, foram notificados 1.773 casos suspeitos, sendo que 685 foram descartados e 422 permanecem em investigação, neste período.

No ano passado, de julho de 2016 até 20 fevereiro de 2017, eram 557 casos confirmados e 178 óbitos confirmados. Os informes de febre amarela seguem, desde o ano passado, a sazonalidade da doença, que acontece, em sua maioria, no verão. Dessa forma, o período para a análise considera de 1º de julho a 30 de junho de cada ano.

O Ministério da Saúde reforça a importância da vacinação da população dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo durante a campanha contra febre amarela. Dados preliminares dos  estados do Rio de Janeiro e São Paulo apontam que, até esta segunda-feira (19), 5,1 milhões de pessoas foram vacinadas, sendo 4,7 milhões com doses fracionadas e 422,6 mil com doses padrão. O número corresponde a 25,2% do público-alvo previsto no Sudeste. A recomendação é que os estados continuem vacinando até atingir alta cobertura. O estado da Bahia iniciou a campanha em oito municípios, nesta segunda-feira (19).

Fonte: www.saude.gov.br

PREFEITURA DE CORUMBÁ EXECUTOU MAIS DE R$ 100 MILHÕES NA SAÚDE DO MUNICÍPIO EM 2017

 

 

No terceiro quadrimestre de 2017, a Prefeitura de Corumbá investiu R$ 17.908.357,03 de recursos próprios na Saúde do Município, o equivalente a 17,66% do total de receitas do período, mais que o percentual obrigatório por lei, fixado em 15%. O relatório referente ao quadrimestre de setembro a dezembro foi exposto em audiência pública na manhã desta quinta-feira, 08 de fevereiro, no plenário da Câmara Municipal.

Com relação ao bloco da Atenção Básica, o Estado repassou R$ 1.386.415,35, enquanto a União R$ 4.247.862,00. No bloco de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar, foram investidos R$ 2.719.178,47 do Estado e a União repassou R$ 9.130.355,07. Para o setor de Vigilância em Saúde, o Governo Federal forneceu R$ 516.908,85.

Sobre a execução financeira do FIS/Saúde, foram recebidos do Estado R$ 3.876.075,00. De despesas empenhadas foi R$ 4.055.867,79 e pagas foram R$ 3.157.422,62. Quanto à execução financeira da Assistência Farmacêutica as receitas do Estado para Corumbá foram na ordem de R$ 82.528,76 e da União foi de R$ 215.786,84, com despesas empenhadas no valor de R$ 1.213.110,56 e pagas na quantia de R$ 344.724,88.

Do primeiro ao terceiro quadrimestre de 2017, a Prefeitura de Corumbá empenhou R$ 110.630.616,61, liquidou R$ 101.223.394,67 e pagou R$ 99.982.025,86 na Saúde do Município com recursos próprios e vinculados.

Além do relatório financeiro, os indicadores de saúde do Município, estabelecidos pelo Sispacto do Ministério da Saúde, foram expostos, como também números da produção ambulatorial por serviços de saúde. Conforme Rogério Leite, médico e secretário municipal de Saúde, uma das metas a ser alcançada pela Secretaria é a mudança de hábito da população no que diz respeito ao uso dos serviços de urgência e emergência. A diminuição da procura por atendimento básico na UPA e no pronto-socorro demonstra que os munícipes estão passando a usar mais os serviços das Unidades Básicas de Saúde, diminuindo a sobrecarga nos setores de urgência e emergência.

 “Isso mostra que nossas Unidades Básicas de Saúde estão melhorando, a Atenção em Saúde está melhorando, nossas equipes estão conseguindo chegar ao cidadão, na casa do munícipe, fazendo com que ele acredite na Atenção em Saúde, acredite na Estratégia de Saúde da Família e diminua a corrida ao pronto-socorro e UPA. Esse é um indicador que mostra que estamos evoluindo, que estamos no caminho certo e que esse é um projeto a médio e longo prazo e vamos conseguir, tenho certeza, no terceiro quadrimestre de 2018 um número bem abaixo do que existe hoje no atendimento de urgência e emergência do Município”, afirmou Rogério Leite.

Antes de apresentado em audiência pública, o relatório do quadrimestre foi exposto ao Conselho Municipal de Saúde na tarde de terça-feira, 06 de fevereiro, na Casa dos Conselhos, conforme publicado no Diário Oficial do Município do dia 07 de fevereiro.

Ações realizadas no período

Vinte ações específicas foram realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde no terceiro quadrimestre do ano passado. O período começou com a ampliação de atendimento na UBS Gastão para moradores do conjunto Padre Ernesto Sassida à noite no dia 05 de setembro. O comitê da dengue se reuniu com outros parceiros no dia 14/09. No mesmo dia, houve a Jornada Odontológica com capacitações, reuniões e confraternização. No dia 16 foi promovida campanha de multivacinação em todos os postos de saúde. Junto com o prefeito, a Secretaria participou de ambientalização na maternidade, quando foi entregue reforma do local com pintura e melhorias na estrutura com apoio de parceiros, além da entrega de equipamentos novos e reformados.

Outubro começou com o Prefeito Presente no dia 02, quando foram oferecidas consultas médicas (adulto e infantil), orientações odontológicas e entrega de medicamentos. Posse de concursados ocorreu no dia 03 de outubro, beneficiando Unidades de Saúde onde havia déficit de servidores. No dia 10 houve ações do Outubro Rosa, com trailer itinerante, realizando exames preventivos. No mesmo dia, aconteceu ação em escolas sobre dengue e outras doenças transmitidas por mosquitos. Capacitação e início da campanha de combate à dengue aconteceram no dia 19. Participação no Programa Social Povo das Águas na região da Serra do Amolar, na semana no dia 23. Panfletagem sobre dengue em parceria com outras Secretarias no dia 27.

Em novembro, houve mais uma posse de concurso público, no dia 06, enquanto no dia 09 ocorreu capacitação para elaboração do Plano Municipal de Saúde. A campanha de vacinação antirrábica teve início no dia 16 de novembro, e ainda prossegue. Houve participação no Povo das Águas nesse mês, como também o Fórum Municipal Perinatal – Rede Cegonha, ocorrido no dia 30. Enfermeiros participaram de oficina de classificação de risco no dia 25 de novembro e no mesmo período houve mudança no fornecedor de transporte para tratamento em Campo Grande, reivindicação da população.

Em dezembro, a Secretaria de Saúde apoiou a campanha de doação de sangue do Núcleo Hemoterápico de Corumbá, nos dias 08 e 09. Houve participação na Ação Prefeito Presente no dia 16.

Fonte: Secretaria de Saúde de Corumbá/MS

MINISTÉRIO DA SAÚDE REDEFINE A DISTRIBUIÇÃO DE 140 ACELERADORES DO PLANO DE EXPANSÃO DA RADIOTERAPIA

Para ampliar o acesso ao tratamento de câncer no país, o Ministério da Saúde redefiniu os serviços para distribuição de 140 aceleradores lineares pertencentes ao Plano de Expansão da Radioterapia. A medida garantirá a cobertura no Sistema Único de Saúde (SUS) de mais de 70 milhões de brasileiros. A meta é que até 2019 todos os aparelhos estejam em funcionamento, atendendo 100% do público-alvo. Do total de aparelhos, 36 estão sendo incluídos ao plano, beneficiando diretamente, mais de 18 milhões de pacientes. Para garantir a inclusão desses novos hospitais, a pasta irá destinar R$ 163,7 milhões na ampliação e construção de serviço em 14 estados e no Distrito Federal, que apresentam um déficit assistencial.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, essa medida vai ampliar o acesso da população a procedimentos oncológicos no SUS, além de trazer para o país o desenvolvimento industrial. “Esses novos equipamentos somados ao que já temos são suficientes para garantir cobertura a todos os pacientes que dependem exclusivamente do SUS. Hoje, atendemos 74% da população dentro do prazo da lei dos 60 dias, para que possamos atingir a totalidade precisamos estruturar os serviços. Já temos um planejamento e recursos disponíveis para garantir a instalação e construção da casamata, espaço destinado para o aparelho”, destacou o ministro Ricardo Barros.

Confira aqui a apresentação completa (PDF)

Reveja a coletiva

A inclusão dessas novas unidades só foi possível após revisão do Plano de Expansão da Radioterapia que permitiu a exclusão de instituições com inviabilidade técnica, que não atendiam aos critérios ou que pediram para sair do projeto. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso da população a procedimentos oncológicos no SUS, além de trazer para o país o desenvolvimento industrial e o fortalecimento do parque tecnológico, com a construção de uma fábrica no país.

Dos 36 novos hospitais, 16 irão receber acelerador linear e a casamata concluída – espaço destinado para a instalação do equipamento para tratamento de radioterapia. Outras 8 unidades receberão o aparelho, já que possuem o local específico construído. Mais 12 hospitais terão o seu acelerador linear trocado, por estarem obsoleto.

Desde que assumiu a gestão do Ministério da Saúde, o ministro Ricardo Barros, já entregou 13 aceleradores lineares. Do total, cinco deles pelo Plano de Expansão da Radioterapia, nas cidades de Campina Grande (PB), Maceió (AL), Feira de Santana (BA), Brasília (DF) e Curitiba (PR). Outros 8 foram entregues por meio de convênios em Salvador (BA), Ipatinga (MG), Campos dos Goytacazes (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Ijuí (RS), Passos (MG), Cascavel (PR) e Jaú (SP).

Ainda neste ano, estão programadas a entrega de 25 equipamentos de radioterapia. Ao todo serão entregues pelo Ministério da Saúde 140 aceleradores lineares em todo país. Cerca de R$ 500 milhões foram investidos para a aquisição de 100 aceleradores lineares, além da realização de projetos e obras. Os outros 40 aceleradores serão adquiridos com recursos de convênios.

Os projetos que já estão em execução estão dentro das atividades previstas do Plano de Expansão da Radioterapia, visto que os aceleradores lineares são equipamentos de altíssima complexidade tecnológica e não podem ser instalados sem os devidos cuidados com a proteção radiológica. As instalações exigem espaço físico com características peculiares e distintas das construções tradicionais de estabelecimentos e unidades de saúde, uma vez que envolve, por exemplo, sistemas de climatização específicos, refrigeração da água, sistema elétrico diferenciado e maior espessura das paredes.

Atualmente, o Brasil possui 243 aparelhos para tratamento de radioterapia na rede pública em funcionamento. Até 2019, considerando a inclusão de novos aparelhos, substituições e habilitações, o país passará a ter 331 aceleradores lineares disponíveis para atendimento à população

INCIDÊNCIA DE CÂNCER – Ainda nesta sexta-feira, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) divulgou novos dados de incidência da doença para o biênio 2018-2019. O levantamento apontou que serão cerca de 600 mil novos casos, em cada ano, aproximadamente 282.450 em mulheres e 300.140 em homens. As estimativas do biênio 2018-2019 não podem ser comparadas às dos biênios anteriores, porque as bases de cálculo são permanentemente aperfeiçoadas. 

 

O tipo de câncer mais incidente em ambos os sexos será o de pele não melanoma, que é um tipo de tumor menos letal, com 165.580 casos novos. Depois de pele não melanoma, os dez tipos de câncer mais incidentes no Brasil serão próstata (68.220 casos novos por ano), mama feminina (59.700), cólon e reto (mais comumente denominado câncer de intestino) (36.360), pulmão (31.270), estômago (21.290), colo do útero (16.370), cavidade oral (14.700), sistema nervoso central (11.320), leucemias (10.800) e esôfago (10.790).

Entre as mulheres, as maiores incidências serão de cânceres de mama (59.700), intestino (18.980), colo do útero (16.370), pulmão (12.530), glândula tireoide (8.040), estômago (7.740), corpo do útero (6.600), ovário (6.150), sistema nervoso central (5.510) e leucemias (4.860). Já entre os homens, os cânceres mais incidentes serão os de próstata (68.220), pulmão (18.740), intestino (17.380), estômago (13.540), cavidade oral (11.200), esôfago (8.240), bexiga (6.690), laringe (6.390), leucemias (5.940) e sistema nervoso central (5.810).

CAMPANHA – O sambista Neguinho da Beija-Flor será o personagem principal da Campanha do Dia Mundial do Câncer 2018, realizada pelo Ministério da Saúde. Neste ano, a divulgação abordará o estigma social de quem é ou foi portador da doença, acrescentando o problema da desinformação generalizada. A proposta é mostrar que a informação é uma importante aliada no diagnóstico e tratamento da doença. No depoimento, o mais famoso intérprete do Carnaval carioca conta sua história de superação e cura contra o câncer, além de falar do apoio que amigos e familiares deram em todo o processo. O vídeo está disponível nas redes sociais do Ministério da Saúde.

ASSISTÊNCIA – Nos últimos anos, observou-se uma crescente oferta da radioterapia no país. Em 2010, foram realizados 8,3 milhões procedimentos de radioterapia. Em 2016, foram 10,45 milhões, um aumento de 25,9%. Vale ressaltar que essa ampliação também é resultado do investimento realizado pelo Ministério da Saúde na compra de aceleradores lineares, por meio de convênios. Consequentemente, a pasta ampliou, em seis anos, 46% os recursos para tratamentos oncológicos (cirurgias, radioterapias e quimioterapias), passando de R$ 2,27 bilhões, em 2010, para R$ 3,33 bilhões, em 2016.

Fonte: www.saude.gov.br

MINISTÉRIO DA SAÚDE LANÇA PROGRAMA DE CUIDADOS FARMACÊUTICOS

Para melhorar o acesso e o uso dos medicamentos ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou durante a 466ª Reunião Plenária do Conselho Federal de Farmácia, em Brasília, a criação do Programa Cuidados Farmacêuticos. O projeto piloto, que terá início em São Paulo, Bahia e Distrito Federal, beneficiará pacientes portadores de hepatite e artrite reumatoide com orientações e acompanhamento sobre uso racional de medicamentos. Até o final do ano, mais sete estados devem ser inseridos no projeto. Também foi anunciado outras ações para a qualificação da assistência farmacêutica no SUS.

 

“O uso inadequado de medicamentos eleva os riscos de falhas no tratamento e os custos das ações em saúde. Por isso, uma consulta com o farmacêutico para orientar melhor como deve ser o acondicionamento do remédio, a melhor forma e horário de ingestão, vai ajudar a população portadora destas doenças a aderir o tratamento e ter uma qualidade de vida melhor. A ação também aproxima o profissional do paciente promovendo um atendimento mais humanizado”, declarou o ministro Ricardo Barros.

Confira aqui a apresentação completa.

Outra novidade é a inclusão do código de identificação para farmacêuticos nos sistemas de atendimentos do SUS. A partir de fevereiro, será possível identificar se o paciente atendido recebeu orientações de farmacêuticos ou de outros profissionais durante o atendimento. Hoje, não existe uma base de dados que identifique em quais funções esses profissionais estão atuando. A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) possibilitará saber quais procedimentos são feitos pelos farmacêuticos nos serviços de saúde.

STRUTURAÇÃO – O Ministério da Saúde irá repassar R$ 22 milhões para estruturação da assistência farmacêutica em 629 municípios. A medida, parte do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS (Qualifar-SUS), que permite aos municípios investir na contratação de profissionais e a aprimoramento dos serviços das farmácias locais. Atualmente 1.580 municípios recebem o recurso. A expectativa é que até o final de 2018 mais 808 municípios passem a receber.

GESTÃO – Em 600 dias de gestão do ministro Ricardo Barros foi possível realocar R$ 4,6 bilhões para o custeio de mais serviços do SUS. Adoção de medidas para tornar a administração mais eficiente, representou para o cidadão a ampliação do atendimento nos hospitais, do acesso a equipamentos, medicamentos, vacinas e renovação da frota de ambulâncias.

Entre os avanços obtidos neste período, o SUS conseguiu oferecer, por exemplo, um dos melhores medicamentos para AIDS disponíveis, o Dolutegravir. Devido ao menor custo, o tratamento passou a ser ofertado para todos os pacientes como primeira linha.

Fonte: www.saude.gov.br

MINISTÉRIO DA SAÚDE ANUNCIA RECURSOS PARA ATENÇÃO BÁSICA E CURSOS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM PARA ACS E ACE

Ao todo, R$ 1,25 bilhão serão investidos na abertura de vagas em todo país. Instituições de ensino públicas e privadas que ofertam o curso poderão participar do edital de credenciamento

O Ministério da Saúde financiará a abertura de 250 mil vagas para qualificação de agentes comunitários de saúde (ACS) e de combate à endemia (ACE) como técnicos em enfermagem em todo Brasil. A medida faz parte da nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), que amplia a atribuição desses profissionais, proporcionando maior resolutividade aos atendimentos realizados à população. Ao todo, serão investidos R$ 1,25 bilhão na formação dos agentes, que terão o curso totalmente gratuito, livres de taxas, mensalidades ou quaisquer contribuições relativas à prestação do serviço.

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Um dos objetivos do Ministério da Saúde com a formação desses profissionais é ampliar o acompanhamento da saúde da população no atendimento que é feito nos domicílios e nas comunidades, reduzindo agravos. “Nós estamos qualificando a ação, iremos levar o atendimento primário aos pacientes, isso resultará no sentido de evitar que as pessoas utilizem outros atendimentos mais complexos, e consequentemente, trará uma economia de recursos, já que os custos da Atenção Básica são menores do que o de outros atendimentos” destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

O curso será ofertado por instituições de ensino públicas e privadas, habilitadas pelo Ministério da Educação, que poderão se credenciar ao Programa de Formação Técnica para Agentes de Saúde (PROFAGS) após publicação de edital pelo Ministério da Saúde. Para participar do programa, as instituições precisam se credenciar, previamente, para indicar a quantidade de vagas possíveis de serem atendidas, por município de abrangência e por semestre. Após isso, as entidades encaminharão para avaliação do Ministério da Saúde documentos que comprovem habilitação jurídica, regularidade fiscal e trabalhista, além de qualificação técnica e econômico-financeira.

O edital será publicado nesta semana, e as instituições terão o prazo de 15 dias para se credenciarem ao programa. A expectativa é de que a partir de março, os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias já possam dar início ao curso, que terá o prazo de dois anos (1.800 horas/aula) para concluir a formação. Após esta qualificação, os profissionais poderão fortalecer as ações de promoção da saúde e de prevenção de doenças, passando a fazer curativos em domicílio, medir a pressão e a glicemia, entre outras atribuições que levarão atendimento primário à casa do paciente. Eles, também, poderão ajudar no combate ao Aedes aegypti, transmissor dos vírus da zika, dengue e chikungunya. Atualmente, segundo estimativa do Ministério, até 30% dos agentes que atuam no SUS já possuem a formação em Técnico em Enfermagem. O PROFAGS tem o objetivo de ampliar e diversificar a educação permanente ao profissional de saúde atuante na Atenção Básica no SUS e na Vigilância Epidemiológica; contribuir para a adequada capacitação e qualificação dos agentes de saúde e contribuir para a ampliação do escopo de práticas na Atenção Básica.

MAIS RECURSOS – A Atenção Básica, principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS), está ganhando novo reforço para ampliação dos serviços à população em todo o Brasil, com a liberação de R$ 547,3 milhões. Desse total, R$ 311,3 milhões serão incorporados no Piso de Atenção Básica Fixo (PAB Fixo) com base na atualização da população dos municípios, segundo cálculos do IBGE. A última atualização aconteceu em 2013 e desde então o valor anual repassado para custeio das ações e serviços de Atenção Básica no País era de R$ 4,8 bilhões. A partir de 2018, com este novo incremento, o recurso passará a ser de R$ 5,1 bilhões.

O restante do valor, na ordem de R$ 236,01 milhões, diz respeito ao credenciamento/ habilitação de novos serviços, o que beneficiará diretamente a população de 886 municípios, que poderão contar com 1.967 novos Agentes Comunitários de Saúde, 616 novas Equipes de Saúde da Família, 746 novas Equipes de Saúde Bucal, 312 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, 33 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs), 07 novas Equipes de Consultórios nas Ruas, 30 novas Equipes de Saúde Prisional e 446 novas Equipes de Academia da Saúde.

Prioridade da atual gestão, a Atenção Básica, onde 80% dos problemas de saúde podem ser resolvidos, tem recebido recursos crescentes para melhorar a saúde da população que depende da rede pública. Em 600 dias, foram investidos mais de R$ 1 bilhão para custear e reforçar os serviços e equipes. O valor garante ampliação nos atendimentos e contempla mais de 20 milhões de pessoas que vivem em 2.390 municípios brasileiros.

O número de consultas realizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) é um resultado concreto dos constantes investimentos do Governo Federal, registrando um crescimento de 230,6% em apenas um ano, passando de 196,3 milhões em 2016 para 649 milhões ano passado. Atualmente, 70% da população brasileira recebe cobertura da Atenção Básica, com 41.668 UBS funcionando e atuação de 264.188 Agentes Comunitários de Saúde e 41.991 Equipes de Saúde da Família.

Fonte: www.conasems.org.br

VIGILÂNCIA SANITÁRIA RECEBE VEÍCULOS PARA REFORÇAR AÇÕES EM MUNICÍPIOS DE MS

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES/MS) entregou nesta quinta-feira (11) cinco veículos para as ações de fiscalização da Coordenadoria Estadual de Vigilância Sanitária. A entrega ocorreu no pátio da SES/MS e contou com a participação da governadora em exercício Rose Modesto e do secretário de estado de saúde, Carlos Coimbra.

Veículos atenderão a Vigilância Sanitária e os Núcleos Regionais no interior de MS

Os veículos serão encaminhados aos Núcleos Regionais de Saúde dos municípios de Dourados, Nova Andradina, Três Lagoas, Naviraí e para a sede da Coordenadoria Estadual de Vigilância Sanitária em Campo Grande. “É uma ação que representa o fortalecimento das ações da Vigilância Sanitária e agiliza o trabalho dos técnicos, garantindo a qualidade dos serviços prestados nas unidades de saúde de Mato Grosso do Sul”, afirmou a governadora em exercício Rose Modesto. O secretário estadual de Saúde, Carlos Coimbra, também participou da entrega dos veículos. “É mais uma forma de fortalecermos nossas ações de vigilância sanitária, com prevenção e fiscalização”, argumentou.

Os carros foram adquiridos pelo valor de R$ 220 mil – recursos do Governo do Estado e do Ministério da Saúde. Para a coordenadora de Vigilância Sanitária do Estado, Glauce Guimarães de Oliveira Moura, os novos carros vão facilitar o acesso de técnicos aos vários municípios que compõem as regionais de saúde. Entre as atividades estão a “avaliação de risco sanitário no serviço hospitalar e nos processos de trabalho, onde há risco para o paciente”.

Além de fiscalizar os serviços de saúde alta, média e baixa complexidade em todo o Estado, a Vigilância Sanitária de MS trabalha com monitoramento e prevenção de problemas relacionados aos produtos de origem animal; qualidade de alimentos; incineração de drogas; e outros.

Fonte: www.saude.ms.gov.br

MAIS MÉDICOS: BRASILEIROS PREENCHEM QUASE 100% DAS VAGAS

 

Quase 100% das 983 vagas ofertadas a médicos para atuar no Programa Mais Médicos foram preenchidas por profissionais brasileiros. A 1ª chamada do edital lançado em dezembro pelo Ministério da Saúde recebeu 8.042 inscrições de médicos que possuem registro no Brasil. Foram ocupadas 977 vagas com profissionais que atenderão nas unidades básicas de saúde de 507 municípios e um Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) já a partir da próxima semana, oito de janeiro.

Ampliar a participação de médicos brasileiros no programa é um compromisso da gestão do ministro da Saúde, Ricardo Barros. “A alta adesão dos médicos brasileiros demonstra o quanto o programa Mais Médicos está consolidado no país. Esses profissionais atenderão em unidades apontadas pelos prefeitos como carentes destes profissionais”, ressaltou o ministro.

Os municípios tiveram até primeiro de dezembro do ano passado para indicar o quantitativo de vagas disponíveis. Entre as 983 vagas ofertadas, a região Nordeste possui a maior quantidade, com 341 oportunidades, seguido do Sudeste (253), Sul (167), Norte (125) e Centro-Oeste (97). Apenas os estados do Rio Grande do Sul e Amapá não conseguiram a totalidade dos médicos requisitada pelos prefeitos.

Entre os dias três e cinco de janeiro está previsto o período de validação dos médicos pelo gestor municipal no Sistema de Gerenciamento de Programas (SGP). Caso ocorram desistências durante validação e homologação da 1ª chamada, as vagas remanescentes serão ofertadas a médicos brasileiros formados em instituições estrangeiras com habilitação para exercício da Medicina no exterior na 2ª fase, prevista para 28 de Fevereiro de 2018.

 

O Ministério da Saúde tem lançado editais periódicos para repor e substituir médicos da cooperação com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) por profissionais brasileiros. Além disso, também estão sendo repostas vagas oriundas de desistências e de encerramento de contrato.

AVANÇOS – A atual gestão do Ministério da Saúde conseguiu avanços significativos para o Mais Médicos. Uma delas foi a renovação por mais três anos do programa. Além disso, a pasta conseguiu reajustar o valor da bolsa anualmente aos médicos participantes, e concedeu, também, um acréscimo de 10% nos auxílios moradia e alimentação de profissionais alocados em municípios e distritos indígenas, que passou de R$ 2.500 mensais para R$ 2.750.

O PROGRAMA – Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. O programa conta com 18.240 vagas em mais de 4 mil municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de brasileiros. Do total de médicos participantes, 46,9% são profissionais da cooperação com a OPAS, 43,4% brasileiros formados no Brasil ou no exterior e 3,3% são intercambistas estrangeiros.

Fonte: www.saude.gov.br

NOVO SECRETÁRIO DE SAÚDE DO ESTADO TOMA POSSE

 O novo secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Coimbra, tomou posse nessa quarta-feira (13) durante solenidade realizada no auditório da governadoria, as 14h30. Ao lado do governador Reinaldo Azambuja, Coimbra assumirá a pasta, após a saída do médico Nelson Barbosa Tavares, que, por motivos pessoais e com espírito de dever cumprido, decidiu deixar o cargo.

Coimbra estava atualmente à frente da gerencia administrativa do Humap (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian) e já foi diretor do Hospital do Câncer Alfredo Abrão.

Coimbra afirmou que vai dar atenção especial para a ativação do Hospital do Trauma e do novo equipamento para radioterapia no Hospital do Câncer, a pedido do governador. À imprensa o novo secretário afirmou também que irá dar transparência à destinação de recursos.

Formado em direito, Coimbra  concluiu recentemente a especialização em Gestão Hospitalar pelo renomado Albert Eistein e também possui  pós-graduação pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) em Gestão Empresarial e Marketing.

Fonte: www.saude.ms.gov.br

DIA NACIONAL DE COMBATE AO AEDES MOBILIZA O PAÍS NESTA SEXTA-FEIRA

Representantes do Governo Federal participam das ações nas capitais do país. O ministro Ricardo Barros participa da mobilização em Teresinha (PI) e Campina Grande (PB). Serão feitas visitas domiciliares, mutirões de limpeza, distribuição de material educativo, entre outras atividades

As ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya serão intensificadas durante esta semana em todo o país. Nesta sexta-feira (08), acontece o Dia Nacional de Combate ao Aedes, simultaneamente em diversas cidades do Brasil. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participa da mobilização em Teresina (PI) e, no sábado, estará presente na ação que acontece em Campina Grande (PB).

Em outros estados também ocorrem ações, que serão comandadas por ministros de Estado e outros representantes dos ministérios, além de autoridades dos governos locais, agentes de saúde e toda a população. O objetivo é reforçar a conscientização sobre importância de eliminar os focos do mosquito, especialmente antes da chegada do verão, período mais favorável à proliferação do mosquito.

Durante as ações, será feita distribuição de material educativo, visitas domiciliares, mutirões de limpeza, realizados pelos agentes de saúde, além de exposições educativas em escolas e outras ações voltadas para a comunidade local. Ministros de Estado, agentes de saúde e de defesa civil visitarão residências, escolas, órgãos públicos, canteiros de obras e outros locais, num esforço conjunto para o enfrentamento ao Aedes aegypti.  

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destaca a importância desta ação. “O enfrentamento ao mosquito é prioridade do Governo Federal, por isso definimos um dia para essa grande mobilização, que é a Sexta Sem Mosquito. Isso demonstra o empenho e preocupação no combate ao Aedes para que possamos evitar todas as doenças causadas por ele”, declarou o ministro da Saúde.

INFESTAÇÃO – O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2017, consolidado em 24 de novembro, aponta que 4.552 cidades de todo o país fizeram o levantamento, sendo que destes, 2.833 municípios estão com índices satisfatórios, ou seja, com menos de 1% das residências com larvas do mosquito em recipientes com água parada. Estão em alerta 1.310 municípios, com índice de infestação de mosquitos nos imóveis entre 1% a 3,9% e 409 em risco, com mais de 4% das residências com infestação.

O Mapa da Dengue, como é chamado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), é um instrumento fundamental para o controle do mosquito. Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito Aedes aegypti.

CAMPANHA – Desde o dia 24 de novembro, circula em todo o país a nova campanha publicitária de combate ao mosquito Aedes aegypti, que chama a atenção da população para os riscos das doenças transmitidas pelo vetor e convoca a todos ao seu enfrentamento. O objetivo é mostrar que o combate à proliferação do mosquito começa dentro da própria casa, sendo responsabilidade de cada um, podendo gerar mudança positiva na vizinhança. O material alerta: “Um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Faça sua parte e converse com seu vizinho”. A campanha é veiculada na TV, rádio, internet e redes sociais.

As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Desde a identificação do vírus Zika no Brasil e sua associação com os casos de malformações neurológicas, o governo mobilizou todos os órgãos federais (entre ministérios e entidades) para atuar conjuntamente, além de contar com a participação dos governos estaduais e municipais na mobilização de combate ao vetor.

Para isso, o Ministério da Saúde tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram 83% nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010 para R$ 1,7 bilhão, em 2016. Para 2017, a previsão é que o orçamento de vigilância em saúde aos estados chegue a R$ 1,93 bilhão. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya. O recurso é repassado mensalmente a estados e municípios. Além disso, desde novembro de 2015 foram repassados cerca de R$ 465 milhões para pesquisas e desenvolvimento de vacinas e novas tecnologias, além de destinar mais R$ 395,3 milhões para o eixo de assistência à saúde.

DENGUE – Até 18 de novembro de 2017, foram notificados 241.218 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 84% em relação ao mesmo período de 2016 (1.465.847). Com relação ao número de óbitos, também houve queda significativa, passando de 695 óbitos, em 2016, para 125 em 2017.

CHIKUNGUNYA – Até 18 de novembro, foram registrados 184.525 casos prováveis de febre chikungunya, o que representa uma taxa de incidência de 89,5 casos para cada 100 mil habitantes. A redução é de 32% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 272.805 casos. A taxa de incidência no mesmo período de 2016 foi de 132,4 casos/100 mil/hab. Neste ano, foram confirmados laboratorialmente 152 óbitos. No mesmo período do ano passado, foram 213 mortes confirmadas.

ZIKA – Foram registrados 16.927 casos prováveis de zika em todo país, até 18 de novembro, uma redução de 92% em relação a 2016 (214.418). A taxa de incidência passou de 104,0 em 2016 para 8,2 neste ano. Em relação às gestantes, foram registrados 2.205 casos prováveis, sendo 910 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial.

Fonte: www.saude.gov.br