CONFIRA AS APRESENTAÇÕES DO XXXIV CONGRESSO CONASEMS

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Os trabalhos que foram apresentados no XXXIV Congresso Conasems e 6º Congresso Norte e Nordeste estão disponíveis no link abaixo

https://drive.google.com/drive/folders/1qMR2wSCs8zHG8tBmtMo0yr83AcnrNAA5?usp=sharing

 

Fonte: www.conasems.org.br

UNIVERSIDADES TERÃO ATÉ R$ 10 MILHÕES PARA PREVENIR E CONTROLAR A OBESIDADE

Uma chamada pública do Ministério da Saúde incentiva as Universidades, públicas ou privadas, a desenvolver projetos com ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da obesidade no Sistema Único de Saúde. Ao todo, serão disponibilizados R$ 10 milhões para o desenvolvimento de pesquisa, extensão e formação de trabalhadores na atenção básica, nível de atenção com capacidade para resolver 80% dos problemas de saúde do brasileiro. Ao todo, serão selecionadas 27 Universidades que desenvolverão esses projetos contra a obesidade. O objetivo do Ministério é qualificar a assistência e o cuidado para a prevenção e controle da obesidade, que já afeta 18,9% da população adulta nas capitais brasileiras.

Os projetos deverão ter a duração de dois anos, contados a partir da data de assinatura da proposta, além de obedecer a requisitos técnicos descritos no Edital. A coordenadora de Alimentação e Nutrição, do Ministério da Saúde, Michele Lessa, considera a ação indispensável para qualificar o atendimento no SUS. “Esse edital é muito importante. Com esse incentivo, podemos levar aos rincões do país estratégias efetivas e inovadoras para o enfrentamento da obesidade”, enfatiza a coordenadora.

Os recursos para as Universidades foram determinados conforme análise de critérios socioeconômicos e geográficos, além da cobertura de equipes do Núcleo de Atenção à Saúde da Família na Atenção Básica (NASF-AB).  As instituições que atuam nos estados do Espírito Santo, Acre, Amapá, Alagoas, Roraima, Rondônia, Sergipe e o Distrito Federal, estão classificadas na faixa A, e receberão até R$ 250 mil. As que atuam no Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, estão classificadas na faixa “B” e receberão até R$ 350 mil. Já as da faixa “C”, que estão nos estados do Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Piauí, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná, terão disponível até R$ 500 mil.

A chamada pública "Enfrentamento e Controle da Obesidade no âmbito do SUS" está aberta no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), até o dia 16 de setembro de 2018. “A prevenção é uma das prioridades do Ministério da Saúde, pois é um dos principais meios para evitar o desenvolvimento de outras doenças”, ressaltou Michele Lessa.

MUDANÇA DE HÁBITOS 

O incentivo para uma alimentação saudável e balanceada e a prática de atividades físicas é prioridade do Governo Federal. O Ministério da Saúde adotou internacionalmente metas para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país. Durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, realizado em março, em Brasília, o país assumiu como compromisso deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.

Outra ação para a promoção da alimentação saudável foi a publicação do Guia Alimentar para a População Brasileira. Reconhecida mundialmente pela abordagem integral da promoção à nutrição adequada, a publicação orienta a população com recomendações sobre alimentação saudável e consumo de alimentos in natura ou minimamente processados. Em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), o Ministério também conseguiu retirar mais de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos processados em quatro anos. O país também incentiva a prática de atividades físicas por meio do Programa Academia da Saúde com mais 3.800 polos habilitados. 

Fonte: www.saude.gov.br

MESTRADO PROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA

O Mestrado Profissional em Saúde da Família é uma proposta de curso em rede nacional, apresentado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) e instituições de ensino e pesquisa que atuam no país. Este Curso tem a finalidade de formar profissionais de saúde que atuam no Saúde da Família/Atenção Básica nos diversos municípios brasileiros. Pretende ainda fomentar a produção de novos conhecimentos e inovações na atenção básica no país, considerando as diversidades regionais e locais, integrando parcerias entre Instituições acadêmicas e gestores da saúde pública. Espera-se com isso, contribuir para iniciativas defensoras do Sistema Único de Saúde (SUS), afirmando os valores constitucionais de universalidade, integralidade, equidade, descentralização e participação social, favorecendo a superação de obstáculos estruturais, para consolidação da Estratégia de Saúde da Família como política pública efetiva. Com a nova Política Nacional de Atenção Básica (2011) reafirma-se o fortalecimento da Estratégia de Saúde da Família como prioridade na Atenção Básica, assim como da Gestão Municipal, Regional e Estadual, da participação da sociedade e o controle social.

O Mestrado profissional em Saúde da Família terá duração mínima de 18 meses e máxima de 24 meses, com carga horária total de 960 horas. Serão 42 créditos distribuídos entre 32 créditos para as disciplinas obrigatórias (480 horas) e 10 créditos para disciplinas eletivas (150 horas) e 22 créditos para dissertação (330 horas).

O PROFSAÚDE ocorrerá na modalidade semipresencial; do total de 960 horas, 832 horas serão desenvolvidas em trabalho online e 128 horas em trabalho desenvolvido em encontro físico-presencial entre os participantes de cada uma das universidades, sendo, portanto, muito maior a carga horária online do que a presencial. São previstos oito encontros físico-presenciais; no primeiro e segundo semestres ocorrerão três destes encontros em cada um e no terceiro e quarto semestres apenas um em cada um. 

As atividades EaD serão desenvolvidas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – Open Source Moodle (Modular Object Oriented Distance Learning – Objeto Modular Orientado ao Ensino a Distância), por ser um software livre de ambiente colaborativo de aprendizagem, possibilitando ações educativas compartilhadas através da utilização de tecnologia, onde todos sujeitos envolvidos podem atuar simultaneamente. É um software possível de ser utilizado em qualquer sistema operacional, além de ter positivamente as características da adaptabilidade e Usabilidade.

Objetivos

  • Formar profissionais de saúde para exercerem atividades de docência, preceptoria e gestão; Formar profissionais de saúde para exercerem atividades de investigação e de ensino nas unidades de saúde; Fortalecer as atividades de produção do conhecimento e ensino na Saúde da Família nas diversas regionais do país; Qualificar o profissional do Programa Mais Médicos para o trabalho no Saúde da Família/AB; Articular elementos da educação, atenção, gestão e investigação no aprimoramento da ESF;
  • Estabelecer uma relação integradora entre o serviço de saúde, os trabalhadores e os usuários;

Coordenação

Pró-reitor: Luiz Augusto Facchini – ABRASCO

Coordenador Acadêmico Nacional: Cristina Guilam – FIOCRUZ

Coordenador executivo – Carla Pacheco Teixeira – Fiocruz

 Equipe de Coordenação executiva;  Danielle Alves, Flavia Sanchez e Ana Paula                                     

Conselho Gestor

  1. Representante da ABRASCO, designado por seu Conselho Diretor- Luiz Facchini
  2. Coordenador Acadêmico Nacional; – Cristina Guilam
  3. Representante da FIOCRUZ – Nisia Trindade
  4. Representante do Ministério da Educação (MEC); aguardando
  5. Representante do Ministério da Saúde (MS); Claudia Brandão Gonçalves
  6. Representante da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM); Marcia Sakai
  7. Representante da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)- Maria Eugênia Pinto
  8. Dois representantes da comunidade científica, designados pelo Conselho Diretor da ABRASCO; Naomar Monteiro de Almeida Filho, Dario Pasche

Comissão Acadêmica Nacional

  • Cristina Guillam – Fiocruz
  • Carla Pacheco Teixeira – Fiocruz
  • AnaClaudia Fassa – UFPEL
  • Maria Eugênia Pinto – UFCSPA
  • Alessandra Dhamer – UFCSPA
  • Dario Pasche – Abrasco
  • Luiz Fachhini – Abrasco
  • Eliana Cyrino – Unesp
  • Elisabeth Fassa – UFPEL
  • Cesar Favoreto – UERJ
  • Katia Silveira – Fiocruz
  • Teresa Maria Passarella – DEGES /MS
  • Marcia Lopes – Fiocruz
  • Fatima Antero – Fiocruz

Fonte: http://www.profsaude-abrasco.fiocruz.br

MESTRADO PROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA

O Mestrado Profissional em Saúde da Família é uma proposta de curso em rede nacional, apresentado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) e instituições de ensino e pesquisa que atuam no país. Este Curso tem a finalidade de formar profissionais de saúde que atuam no Saúde da Família/Atenção Básica nos diversos municípios brasileiros. Pretende ainda fomentar a produção de novos conhecimentos e inovações na atenção básica no país, considerando as diversidades regionais e locais, integrando parcerias entre Instituições acadêmicas e gestores da saúde pública. Espera-se com isso, contribuir para iniciativas defensoras do Sistema Único de Saúde (SUS), afirmando os valores constitucionais de universalidade, integralidade, equidade, descentralização e participação social, favorecendo a superação de obstáculos estruturais, para consolidação da Estratégia de Saúde da Família como política pública efetiva. Com a nova Política Nacional de Atenção Básica (2011) reafirma-se o fortalecimento da Estratégia de Saúde da Família como prioridade na Atenção Básica, assim como da Gestão Municipal, Regional e Estadual, da participação da sociedade e o controle social.

O Mestrado profissional em Saúde da Família terá duração mínima de 18 meses e máxima de 24 meses, com carga horária total de 960 horas. Serão 42 créditos distribuídos entre 32 créditos para as disciplinas obrigatórias (480 horas) e 10 créditos para disciplinas eletivas (150 horas) e 22 créditos para dissertação (330 horas).

O PROFSAÚDE ocorrerá na modalidade semipresencial; do total de 960 horas, 832 horas serão desenvolvidas em trabalho online e 128 horas em trabalho desenvolvido em encontro físico-presencial entre os participantes de cada uma das universidades, sendo, portanto, muito maior a carga horária online do que a presencial. São previstos oito encontros físico-presenciais; no primeiro e segundo semestres ocorrerão três destes encontros em cada um e no terceiro e quarto semestres apenas um em cada um. 

As atividades EaD serão desenvolvidas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – Open Source Moodle (Modular Object Oriented Distance Learning – Objeto Modular Orientado ao Ensino a Distância), por ser um software livre de ambiente colaborativo de aprendizagem, possibilitando ações educativas compartilhadas através da utilização de tecnologia, onde todos sujeitos envolvidos podem atuar simultaneamente. É um software possível de ser utilizado em qualquer sistema operacional, além de ter positivamente as características da adaptabilidade e Usabilidade.

Objetivos

  • Formar profissionais de saúde para exercerem atividades de docência, preceptoria e gestão; Formar profissionais de saúde para exercerem atividades de investigação e de ensino nas unidades de saúde; Fortalecer as atividades de produção do conhecimento e ensino na Saúde da Família nas diversas regionais do país; Qualificar o profissional do Programa Mais Médicos para o trabalho no Saúde da Família/AB; Articular elementos da educação, atenção, gestão e investigação no aprimoramento da ESF;
  • Estabelecer uma relação integradora entre o serviço de saúde, os trabalhadores e os usuários;

Coordenação

Pró-reitor: Luiz Augusto Facchini – ABRASCO

Coordenador Acadêmico Nacional: Cristina Guilam – FIOCRUZ

Coordenador executivo – Carla Pacheco Teixeira – Fiocruz

 Equipe de Coordenação executiva;  Danielle Alves, Flavia Sanchez e Ana Paula                                     

Conselho Gestor

  1. Representante da ABRASCO, designado por seu Conselho Diretor- Luiz Facchini
  2. Coordenador Acadêmico Nacional; – Cristina Guilam
  3. Representante da FIOCRUZ – Nisia Trindade
  4. Representante do Ministério da Educação (MEC); aguardando
  5. Representante do Ministério da Saúde (MS); Claudia Brandão Gonçalves
  6. Representante da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM); Marcia Sakai
  7. Representante da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)- Maria Eugênia Pinto
  8. Dois representantes da comunidade científica, designados pelo Conselho Diretor da ABRASCO; Naomar Monteiro de Almeida Filho, Dario Pasche

Comissão Acadêmica Nacional

  • Cristina Guillam – Fiocruz
  • Carla Pacheco Teixeira – Fiocruz
  • AnaClaudia Fassa – UFPEL
  • Maria Eugênia Pinto – UFCSPA
  • Alessandra Dhamer – UFCSPA
  • Dario Pasche – Abrasco
  • Luiz Fachhini – Abrasco
  • Eliana Cyrino – Unesp
  • Elisabeth Fassa – UFPEL
  • Cesar Favoreto – UERJ
  • Katia Silveira – Fiocruz
  • Teresa Maria Passarella – DEGES /MS
  • Marcia Lopes – Fiocruz
  • Fatima Antero – Fiocruz

Fonte: http://www.profsaude-abrasco.fiocruz.br

MESTRADO PROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA

O Mestrado Profissional em Saúde da Família é uma proposta de curso em rede nacional, apresentado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) e instituições de ensino e pesquisa que atuam no país. Este Curso tem a finalidade de formar profissionais de saúde que atuam no Saúde da Família/Atenção Básica nos diversos municípios brasileiros. Pretende ainda fomentar a produção de novos conhecimentos e inovações na atenção básica no país, considerando as diversidades regionais e locais, integrando parcerias entre Instituições acadêmicas e gestores da saúde pública. Espera-se com isso, contribuir para iniciativas defensoras do Sistema Único de Saúde (SUS), afirmando os valores constitucionais de universalidade, integralidade, equidade, descentralização e participação social, favorecendo a superação de obstáculos estruturais, para consolidação da Estratégia de Saúde da Família como política pública efetiva. Com a nova Política Nacional de Atenção Básica (2011) reafirma-se o fortalecimento da Estratégia de Saúde da Família como prioridade na Atenção Básica, assim como da Gestão Municipal, Regional e Estadual, da participação da sociedade e o controle social.

O Mestrado profissional em Saúde da Família terá duração mínima de 18 meses e máxima de 24 meses, com carga horária total de 960 horas. Serão 42 créditos distribuídos entre 32 créditos para as disciplinas obrigatórias (480 horas) e 10 créditos para disciplinas eletivas (150 horas) e 22 créditos para dissertação (330 horas).

O PROFSAÚDE ocorrerá na modalidade semipresencial; do total de 960 horas, 832 horas serão desenvolvidas em trabalho online e 128 horas em trabalho desenvolvido em encontro físico-presencial entre os participantes de cada uma das universidades, sendo, portanto, muito maior a carga horária online do que a presencial. São previstos oito encontros físico-presenciais; no primeiro e segundo semestres ocorrerão três destes encontros em cada um e no terceiro e quarto semestres apenas um em cada um. 

As atividades EaD serão desenvolvidas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – Open Source Moodle (Modular Object Oriented Distance Learning – Objeto Modular Orientado ao Ensino a Distância), por ser um software livre de ambiente colaborativo de aprendizagem, possibilitando ações educativas compartilhadas através da utilização de tecnologia, onde todos sujeitos envolvidos podem atuar simultaneamente. É um software possível de ser utilizado em qualquer sistema operacional, além de ter positivamente as características da adaptabilidade e Usabilidade.

Objetivos

  • Formar profissionais de saúde para exercerem atividades de docência, preceptoria e gestão; Formar profissionais de saúde para exercerem atividades de investigação e de ensino nas unidades de saúde; Fortalecer as atividades de produção do conhecimento e ensino na Saúde da Família nas diversas regionais do país; Qualificar o profissional do Programa Mais Médicos para o trabalho no Saúde da Família/AB; Articular elementos da educação, atenção, gestão e investigação no aprimoramento da ESF;
  • Estabelecer uma relação integradora entre o serviço de saúde, os trabalhadores e os usuários;

Coordenação

Pró-reitor: Luiz Augusto Facchini – ABRASCO

Coordenador Acadêmico Nacional: Cristina Guilam – FIOCRUZ

Coordenador executivo – Carla Pacheco Teixeira – Fiocruz

 Equipe de Coordenação executiva;  Danielle Alves, Flavia Sanchez e Ana Paula                                     

Conselho Gestor

  1. Representante da ABRASCO, designado por seu Conselho Diretor- Luiz Facchini
  2. Coordenador Acadêmico Nacional; – Cristina Guilam
  3. Representante da FIOCRUZ – Nisia Trindade
  4. Representante do Ministério da Educação (MEC); aguardando
  5. Representante do Ministério da Saúde (MS); Claudia Brandão Gonçalves
  6. Representante da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM); Marcia Sakai
  7. Representante da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)- Maria Eugênia Pinto
  8. Dois representantes da comunidade científica, designados pelo Conselho Diretor da ABRASCO; Naomar Monteiro de Almeida Filho, Dario Pasche

Comissão Acadêmica Nacional

  • Cristina Guillam – Fiocruz
  • Carla Pacheco Teixeira – Fiocruz
  • AnaClaudia Fassa – UFPEL
  • Maria Eugênia Pinto – UFCSPA
  • Alessandra Dhamer – UFCSPA
  • Dario Pasche – Abrasco
  • Luiz Fachhini – Abrasco
  • Eliana Cyrino – Unesp
  • Elisabeth Fassa – UFPEL
  • Cesar Favoreto – UERJ
  • Katia Silveira – Fiocruz
  • Teresa Maria Passarella – DEGES /MS
  • Marcia Lopes – Fiocruz
  • Fatima Antero – Fiocruz

Fonte: http://www.profsaude-abrasco.fiocruz.br

LEVANTAMENTO RENAME É PRORROGADO

A segunda etapa do Levantamento Nacional sobre a Relação Municipal de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (Rename) tem nova data de término. O preenchimento do questionário para o elenco de medicamentos deve ser feito até o dia 25 de agosto. Os responsáveis pela Assistência Farmacêutica em cada município cadastrado no sistema receberam o link de acesso individualizado para o preenchimento do levantamento nacional. O preenchimento é restrito aos secretários municipais de saúde ou ao responsável pela assistência farmacêutica por ele indicado.

O levantamento pretende subsidiar a proposição dos aprimoramentos necessários nas Políticas em Assistência Farmacêutica no país, assim como contribuir na definição das estratégias nacionais para garantir o acesso aos medicamentos na Atenção Básica financiados de forma tripartite.

A pesquisa também visa apresentar e discutir o cenário com os diferentes atores governamentais responsáveis pela formulação das Políticas Farmacêuticas regulação sanitária e econômica no Brasil, assim como, os laboratórios farmacêuticos oficiais. A demanda partiu da necessidade de atualização do elenco do Componente Básico da Assistência Farmacêutica e das dificuldades relatada pelos municípios na aquisição de alguns medicamentos desse elenco, bem como a necessidade de identificar itens com potencial risco de desabastecimento no país.

 

Fonte: www.conasems.org.br

CNS REALIZA AÇÕES RUMO A 16ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE

A 16ª Conferência Nacional de Saúde será o maior evento de participação social no Brasil. Organizado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), o evento deve reunir mais de quatro mil pessoas em Brasília para traçar, de forma democrática, as diretrizes para as políticas públicas de saúde no país. Os participantes serão eleitos em etapas municipais, estaduais, territoriais e livres, obedecendo uma série de regras regimentais que garantam a diversidade da população brasileira.

Confira as datas de cada etapa:

I – municipal, no período de 2 de janeiro a 15 de abril de 2019;

II – estadual e distrital, no período de 16 de abril a 15 de junho de 2019; e

III – nacional, no período de 28 a 31 de julho de 2019.

O evento nacional está marcado para acontecer em julho de 2019, mas as atividades preparatórias já estão acontecendo na agenda do CNS, como a Semana da Saúde 2018, o Fórum Social Mundial, o 13º Congresso Rede Unida e o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrasco). Além da sociedade em geral, as etapas da conferência devem contar com participação de conselheiros de saúde municipais, estaduais e nacionais, representantes de movimentos sociais e entidades do Brasil, seja em territórios urbanos ou rurais.

Em um contexto de retrocessos das políticas sociais, a realização da conferência se faz ainda mais necessário como uma grande ação em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e da democracia. A proposta temática para o evento é um resgate a memória da 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, considerada histórica por ter sido um marco para a democracia participativa e para o SUS;

Por isso, trazemos a ideia de “8ª + 8 = 16ª”, já que a 8ª Conferência foi o primeiro evento de participação social na saúde, em âmbito nacional, aberto à sociedade. O resultado desse grande encontro da população brasileira em Brasília gerou as bases para a seção “Da Saúde” da Constituição Brasileira em 1988.

Segundo Ronald dos Santos, presidente do CNS, mais do que uma referência cronológica à 8ª Conferência, temos hoje, na ordem do dia, o tema e os eixos que ela apresentava naquela época. “Qual era o tema da 8ª? – Democracia e Saúde. Quais os eixos? – Saúde como direito; Consolidação do SUS; e Financiamento. Tudo o que estamos discutindo hoje! Que o processo da 8ª + 8 seja o resgate desses temas”, disse o presidente do CNS.

Para a 16ª Conferência, o CNS quer mostrar a ideia de luta e resistência em defesa do SUS, contemplando as várias caras e demandas da população brasileira. Negras e negros, indígenas, Mulheres, Povos e Comunidades Tradicionais, LGBTs, Juventudes, dentre tantos outros segmentos que compõem a sociedade brasileira. A ideia é unificar as diferentes lutas para que não deixemos morrer a maior política social do país.

Fonte: www.conasems.org.br

SAIBA COMO UTILIZAR A CADERNETA DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA

 

As pesquisas feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm mostrado que a população idosa no Brasil cresce de maneira expressiva e contabiliza, atualmente, 30,2 milhões de pessoas. No último levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua -, divulgado em abril deste ano, foram registradas mais 4,8 milhões de pessoas acima dos 60 anos desde 2012, um aumento de 18% desse grupo etário.

O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa é responsável pela implementação da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, que tem como principais diretrizes: envelhecimento ativo e saudável, atenção integral e integrada à saúde da pessoa idosa, estímulo às ações intersetoriais, além do fortalecimento do controle social, garantia de orçamento, incentivo a estudos e pesquisas dentre outras.

No que diz respeito à atenção ofertada ao idoso no SUS, foi criada há 10 anos a Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa como instrumento estratégico para auxiliar no manejo da saúde desse grupo etário. O material permite o registro e acompanhamento, pelo período de cinco anos, de informações como dados pessoais, sociais e familiares, além das condições de saúde do idoso e seus hábitos de vida.

Para orientar gestores, profissionais de saúde, familiares e cuidadores a utilizar corretamente a caderneta, foi lançado um manual que explica passo a passo cada uma das etapas de identificação, avaliação, acompanhamento e preenchimento das fichas de espelho. Desde as perguntas sociais, que tratam sobre o tipo de residência do idoso, acesso fácil a farmácias, se recebe aposentadoria e convive diariamente com amigos e familiares, até questionamentos de saúde sobre presença de doenças crônicas, quedas e cirurgias são explicadas passo a passo no manual.

Para ter acesso ao manual basta clicar aqui

Fonte: www.conasems.org.br

AEDES NA MIRA: 1.687 Municípios aderiram ao projeto

As duas ferramentas de capacitação a distância no combate ao Aedes Aegypti desenvolvidas por meio de parceria entre Conasems e Associação Brasileira de Profissionais de Epidemiologia de Campo (ProEpi) contam com 1.687 municípios inscritos.

Até o momento, a capacitação de Entomologia aplicada à Saúde Pública conta com 6.338 inscritos e 6.116 inscritos na ferramenta de Vigilância em Saúde Pública.

A luta contra as arboviroses é um desafio de saúde pública de todo o país e exige dos diversos entes federados o desenvolvimento de estratégias e ações dirigidas ao seu enfrentamento. Por isso, é de extrema importância que os municípios façam adesão às ferramentas disponibilizadas pelo projeto Aedes na Mira fornecendo aos gestores municipais e suas equipes estratégias necessárias para apresentarem um projeto de intervenção nas comunidades.

A plataforma permite que o aluno conheça com maior profundidade os principais conceitos de entomologia e de vigilância em saúde e compreenda melhor seu papel nos serviços de prevenção e assistência do SUS. Será possível ainda a troca de ideias e experiências entre os participantes e a reflexão será estimulada através de exercícios que proporcionam a fixação dos conceitos aplicáveis à realidade de cada município.

As inscrições para as capacitações em Entomologia aplicada à Saúde Pública e de Vigilância em Saúde Pública continuam abertas.

Fonte: www.conasems.org.br

WEBDOC BRASIL, AQUI TEM SUS – BATAGUASSU, MS

  Webdoc Brasil, aqui tem SUS – Bataguassu, MS

 

 

Foi publicado em 10/07/2018 no site do CONASEMS o Webdoc Brasil, aqui tem SUS – Bataguassu/ MS.

O projeto GGente Fina foi elaborado pela Secretaria Municipal de Saúde de Bataguassu, Mato Grosso do Sul. A equipe multidisciplinar promove além de exercícios físicos, palestras e consultas com nutricionista e psicólogo.

Acesse o link abaixo e veja o Webdoc:

https://www.youtube.com/watch?v=A_0YF-G3G-k#action=share

Fonte: www.conasems.org.br