CNS APROVA PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE

 

 

                                Em sua reunião de setembro, o Conselho Nacional de Saúde aprovou a Programação Anual de Saúde (PAS) do Ministério da Saúde para 2012. Trata-se de um dos instrumentos do processo de planejamento do governo que explicita ações e metas a serem alcançadas para o cumprimento dos compromissos e objetivos do Plano Nacional de Saúde (PNS). Os recursos financeiros a serem alocados na saúde também estão contemplados na PAS de acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA), por meio de metas, projetos e atividades.

“Esse é um momento importante: trata-se da primeira Programação Anual de Saúde aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde”, destaca o conselheiro nacional Luis Fernando Eliotério, que faz parte da Comissão de Orçamento e Financiamento (Cofin), cuja missão é subsidiar o CNS para acompanhar, monitorar e elaborar propostas envolvendo financiamento, orçamento e planejamento. Eliotério avalia que, com essa primeira disponibilização da PAS para os conselheiros, CNS e Ministério da Saúde poderão desenvolver uma rotina mais afinada de trabalho em se tratando do planejamento para a saúde, com um acompanhamento mais detalhado dos resultados e com uma agenda cada vez mais propositiva da parte do controle social.

Levando em conta que a execução orçamentária e financeira do exercício de 2012 já está em curso, os conselheiros consideraram que a análise feita da PAS pela Cofin/CNS deverá servir de referência para a elaboração da próxima programação do Ministério da Saúde. Também assinalaram que o documento referente a 2013 deve ser encaminhado para análise do CNS até o final de outubro/2012, para que possa ser avaliado pela Cofin/CNS e pelo plenário do CNS na reunião ordinária de novembro/2012. “Além de cumprir o que disciplina a Lei Complementar nº 141/2012, que enfatiza a responsabilidade dos conselhos no acompanhamento do planejamento e do financiamento, o acesso do CNS a esse documento em tempo hábil representará mais um passo importante para o fortalecimento do processo de planejamento do Sistema Único de Saúde”, observa Eliotério.

Ao avaliar a PAS 2012, os conselheiros observaram a importância de tornar mais clara a relação entre diretrizes e ações orçamentárias, tanto nas programações anuais de saúde quanto nos relatórios de prestação de contas quadrimestrais. Está prevista para outubro a apresentação do próximo Relatório de Prestação de Contas Quadrimestral do Ministério da Saúde, referente ao segundo quadrimestre de 2012.

Instrumentos de gestão – Para acompanhar a execução do planejamento em saúde e elaborar propostas, o CNS vale-se de três instrumentos básicos de gestão: o Plano Nacional de Saúde (PNS), a Programação Anual de Saúde (PAS) e os relatórios de gestão (RAG) anuais e quadrimestrais.

O PNS, a partir de uma análise situacional, apresenta as intenções e os resultados a serem alcançados para os próximos quatro anos. A PAS operacionaliza as intenções expressas no PNS e detalha as ações para atingir as diretrizes propostas. Quanto ao RAG, é o instrumento que apresenta os resultados alcançados com a execução das Programações Anuais de Saúde. O RAG deve estar alinhado ao Plano de Saúde, realimentando o processo de planejamento, apontando eventuais ajustes e orientando a elaboração das Programações Anuais subsequentes. O PNS, as programações anuais de saúde e os relatórios anuais de gestão, têm por finalidade, disponibillizar os meios para o aperfeiçoamento contínuo da gestão participativa e das ações e serviços prestados e apoiar o controle social.

Fonte: www.conass.org.br

CANCELAMENTO DA REUNIÕES DO COSEMS/MS E CIB

    Devido a proximidade das eleições e a necessidade dos Secretários Municipais de Saúde permanecerem em seus municípios neste período a Diretoria Executiva do COSEMS/MS e a Secretaria de Estado de Saúde resolveram cancelar tanto a  Reunião do COSEMS/MS do dia 20 de Setembro, bem como a Reunião da CIB do dia 21 de Setembro.

As Reuniões do mês de Outubro permanecem marcadas para os dias 18 e 19.

 

Dúvidas: entrar em contato com o COSEMS/MS (Júlio) pelo telefone (67)3312-1110.

PRÓTESE DENTÁRIA: SAÚDE VAI REPASSAR R$ 6 MILHÕES PARA CAPACITAÇÃO

 

                            O Ministério da Saúde repassará R$ 6 milhões às secretarias estaduais de Saúde para capacitar profissionais na área de prótese dentária, por meio da Portaria n. 2010 de 17 de setembro de 2012. A iniciativa faz parte do Programa de Formação Profissional de Nível Técnico (Profaps). A meta é que com os recursos seja possível qualificar em um ano cerca de 2 mil novos técnicos em prótese dentária em todo o País.

A carga horária do curso terá no mínimo 1.200 horas que serão distribuídas entre carga horária teórica e prática. Além desta carga horária, o curso contará com estágio supervisionado complementar. As secretarias estaduais de Saúde poderão utilizar as suas escolas técnicas que tenham curso na área e, na ausência destas, contratará escola técnica que tenham este curso reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação.

“A ampliação de vagas vem contribuir para o programa Brasil Sorridente e permitirá que tenhamos mais profissionais capacitados a prestar um serviço de qualidade em saúde bucal à população”, afirma o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Mozart Sales.

Os dados devem ser encaminhados ao Ministério da Saúde em até 60 dias a partir da publicação da Portaria para liberação dos recursos. O projeto apresentado deve seguir as diretrizes da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde e as orientações para a elaboração dos projetos constantes no anexo da portaria.

BRASIL SORRIDENTE – A Política Nacional de Saúde Bucal – Programa Brasil Sorridente, constitui uma série de medidas que têm como objetivo garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros, entendendo que esta é fundamental para a saúde geral e qualidade de vida da população. Sua principal meta é a reorganização da prática e a quali­ficação dos serviços oferecidos, reunindo uma série de ações em Saúde Bucal voltada para os cidadãos de todas as idades, com ampliação do acesso ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Atualmente, existem 21.602 Equipes de Saúde Bucal (ESB) no Brasil, um aumento de 388% em relação a 2002. Estas estão distribuídas por 4.886 municípios, sendo que em 2002 eram apenas 2.302 municípios cobertos. Os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) servem de referências para as ESB, que encaminham os casos que necessitam de tratamento especializado. Existem hoje 907 centros em todo o País, distribuídos em 752 municípios. E 1.304 municípios possuem Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias credenciados, um investimento do Ministério da Saúde de R$ 102,8 milhões/ano. Em 2011, o Brasil produziu 300 mil próteses dentárias, número 65% superior à produção de 2010. Até maio de 2012, a produção já foi de 102 mil próteses e a estimativa é que sejam produzidas 400 mil próteses em 2012.

Acompanhe abaixo os recursos que serão repassados pelo Profaps as Secretarias Estaduais de Saúde

UF TOTAL
Acre 242.240,00
Amazonas 145.344,00
Pará 218.016,00
Amapá 242.240,00
Rondônia 236.184,00
Roraima 199.848,00
Tocantins 218.016,00
Maranhão 236.184,00
Piauí 230.128,00
Ceará 187.736,00
Rio Grande do Norte 224.072,00
Paraíba 211.960,00
Pernambuco 230.128,00
Alagoas 296.744,00
Sergipe 224.072,00
Bahia 272.520,00
Minas Gerais 290.688,00
Espírito Santo 145.344,00
Rio de Janeiro 224.072,00
São Paulo 496.592,00
Paraná 193.792,00
Santa Catarina 181.680,00
Rio Grande do Sul 187.736,00
Mato Grosso do Sul 230.128,00
Mato Grosso 175.624,00
Goiás 211.960,00
Distrito Federal 102.952,00
TOTAL 6.056.000,00


Fonte: www.saude.gov.br

REFLEXÃO SOBRE SAÚDE PARA AS ELEIÇÕES DE 2012

 

                                      Nos aproximamos de mais uma eleição municipal. No outubro próximo, milhares de prefeitos e vereadores estarão sendo eleitos nos municípios brasileiros. As eleições brasileiras representam o maior exercício de democracia no mundo e continuamente tem possibilitado avanços e conquistas de direitos para a população. Não será diferente em outubro. Para nós,Secretários Municipais de Saúde brasileiros, a preocupação com saúde apontada por todas as pesquisas de opinião divulgadas, traz a responsabilidade de apontar rumos para que o anseio da sociedade por uma saúde publica universal, integral,sob controle social e resolutiva possa encontrar respostas na atuação dos futuros prefeitos e vereadores em todos os municípios.

Aos vinte e quatro anos de continuados esforços para a implementação do Sistema Único de Saúde (SUS), as avaliações da sociedade, dos conselhos de saúde, dos gestores públicos e dos especialistas em políticas públicas são inequívocas para a inadiável reafirmação dos rumos constitucionais da Seguridade Social na implementação do SUS, e por isso o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), em seu XXVIII Congresso Nacional, propõe:

1. Reconhecer a grande vulnerabi l idade do SUS pela implementação reduzida ou nula de seus avanços legais.

Compromisso: Cumprir e fazer cumprir no âmbito e nas competências municipais as disposições constitucionais para a saúde, e as Leis 8080/90 e 8142/90, bem como 12.466/2011 e 141/2012.

2. Reconhecer à histórica e marcante inclusão social promovida pelo SUS.

Compromisso: Completar, qualificar e consolidar a inclusão social pelo sistema público de saúde nos municípios brasileiros.  Conduzir o sistema municipal de saúde norteado pelos princípios de universalidade, eqüidade e integralidade da atenção à saúde dos cidadãos, por meio de estratégias que trabalhem o princípio da integralidade da atenção mediante a adscrição, territorialização, vínculo e acolhimento, dedicando atenção especial às populações e grupos mais vulneráveis e articulando com outros municípios, estados e união o acesso a todos os serviços necessários.

3. Reconhecer as dificuldades do SUS para avançar no desenvolvimento do novo modelo de atenção à saúde orientado pelas necessidades da população, voltado para as ações e serviços básicos à saúde de qualidade e resolutivos, e indutor da organização de todo o sistema de atenção integral à saúde, universal e equitativo.

Compromisso: Dar uma pronta resposta aos anseios da população ligados a suas necessidades e interesses. Só conseguimos ter adesão à mudança do fazer saúde se formos construindo com as pessoas o jeito novo. Só com credibilidade e confiança das pessoas implantaremos um sistema de saúde com integralidade de visão do ser humano e com ações de promoção, proteção e recuperação. Investir na atenção básica, nos próximos quatro anos, com vistas à elevação da cobertura, da qualidade e da resolutividade dos serviços básicos de saúde. Privilegiar em todas as ações o modelo de atenção à saúde com base nas necessidades e direitos de toda a população e afastar das políticas municipais os interesses da oferta de serviços como norte da organização do sistema municipal de saúde. Incorporar à gestão municipal da saúde, por meio das secretarias, órgãos e equipes de atendimento à população no município, os princípios da cultura de paz e não violência: respeito à vida; rejeição à violência sob todas as formas; generosidade, diálogo; preservação do planeta e solidariedade.

4. Reconhecer que as políticas públicas que valorizem os profissionais de saúde devem ser constantemente desenvolvidas para atender as necessidades do sistema público, com ênfase na universalização, resolutividade e qualificação da atenção básica da saúde.

Compromisso: Desenvolver e realizar políticas que valorizem os trabalhadores da saúde e sociais e que garantam um processo de formação e educação permanente desses profissionais. Tais políticas devem buscar constantemente o aumento da participação dos trabalhadores nos espaços decisórios em todas o processo produtivo da saúde. Analisar a possibilidade de criação de uma "Escola de Saúde" no mínimo em ambiente virtual coordenando o trabalho educativo dos trabalhadores, dos conselheiros de saúde e da comunidade.

Desenvolver os limites orçamentários e as condições vigentes de trabalho, com a intensificação e publicização de esforços e pressões por concursos e processos seletivos públicos e planos de cargos, empregos, carreiras e salários, tanto para os estatutários como para os celetistas; inovações e adequações nos processos de trabalho de acordo com as necessidades e direitos da população; objetivação e divulgação das responsabilidades sanitárias das ESF, das UBS, das Policlínicas, dos Laboratórios de Exames, dos Hospitais, dos Distritos de Saúde, da SMS, do CMS; elevação e humanização das condições de trabalho em todos os níveis da atenção integral à saúde, incluindo a participação dos trabalhadores de saúde no planejamento, gestão e avaliação dos resultados para a população, e adesão dos trabalhadores de saúde à condição de usuários do SUS.

5. Reconhecer as grandes dificuldades estruturais para a realização dos princípios e diretrizes constitucionais do SUS representadas pelo subfinanciamento . Os recursos novos para o SUS, nos seus 24 anos, originaram-se crescentemente nos municípios, o que ocorreu  simultaneamente à retração proporcional dos recursos federais, inclusive após a promulgação da EC 29 no ano 2.000.

Compromisso: Propor e defender a extensão para a esfera federal do mesmo critério da EC 29, já em vigor para estados e municípios, utilizando também uma porcentagem sobre a arrecadação, com estabelecimento de no mínimo 10% da receita corrente bruta da União.

6. Reconhecer a inadiabilidade de medidas para superar as dificuldades na plena gestão por meio do compartilhamento regional e controle social, e na implementação da diretriz constitucional da Regionalização com a implantação das redes regionais de cuidados integrais de saúde.

Compromisso: Apoiar as instâncias de pactuação e de representação municipal no SUS: Comissões Intergestores Regional, Bipartite e Tripartite, Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde e Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde;

Intensificar e acelerar a implementação da regionalização cooperativa e solidária, conforme disposto na legislação.  Contribuir eficazmente ao conhecimento e consideração dos gestores dirigentes e técnicos, sobre as deliberações e posicionamentos dos conselhos de saúde; ao conhecimento e consideração dos conselhos, sobre as decisões da gestão nas atividades meio e finalísticas; e às entidades representadas nos conselhos de saúde, aos formadores de opinião, aos membros do Legislativo, etc., sobre os avanços, dificuldades e limites do sistema público de saúde, inclusive a impossibilidade de haver sistema só para os pobres, que não seja também pobre em tudo.

Disponibilizar ativamente nos espaços da gestão, do controle social, do Legislativo e das entidades da sociedade, as informações estratégicas sobre os rumos do SUS no Município e na Região, sobre os avanços e distorções. Contribuir para a formação da consciência de cidadania e do direito à saúde, não substituível pelos direitos do consumidor, assim como para a consciência da "minha atenção integral à saúde na minha região".

Contribuir na democratização dos conhecimentos para posicionamento sobre questões básicas e estratégicas como a Regionalização dos serviços de saúde, a Gestão Financeira e a Gestão do pessoal de saúde e das relações de trabalho no SUS.

Desenvolver em cada município e no espaço intermunicipal da região, o planejamento  participativo e a oferta universal da atenção integral à saúde, com prioridades, etapas e custos discutidos e aprovados nos conselhos de saúde.

Articular e integrar na região, a convivência e superposição das diversas situações de riscos à saúde e de doenças, com a finalidade de formular e planejar a oferta matriciada das ações preventivas e curativas, de acordo com as necessidades e prioridades próprias da região e como alternativa à fragmentação em programas e projetos específicos.

7. Reconhecer que não conhecemos o custo de um sistema de saúde que atenda as necessidades da população, pois a historia do sistema de saúde brasileiro foi financiar a oferta de serviços e seus interesses.

Compromisso: Fustigar os limites orçamentários e os repasses financeiros com vistas a organizar e disponibilizar para a população a AB e as linhas de cuidado pelas redes regionalizadas. Desenvolver desde já o cálculo de custos das ações e serviços na realidade regional em todos os níveis da atenção integral. Projetar o custo total anual da atenção integral universal e de qualidade.

Divulgar aos CMS, às entidades da sociedade, às lideranças e aos vereadores, os benefícios do sistema regional de saúde, os direitos da população e a disposição de pactuar etapas na sua conquista.

                Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE DESTINA R$ 47,6 MILHÕES A HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS

 

                           A Portaria n° 1.979, publicada nesta quinta-feira (13), no Diário Oficial da União (DOU) assegura o repasse de R$ 47,6 milhões para hospitais ligados a cinco universidades federais. As unidades beneficiadas integram o Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários (Rehuf), desenvolvido e financiado pelos Ministérios da Saúde e da Educação.

O repasse destinado para cada hospital foi definido com base nos planos de trabalho, termos de referência e projetos enviados pelas instituições para atendimento às políticas prioritárias do Ministério da Saúde. De acordo com a portaria, a liberação dos recursos fica condicionada a comprovação – pelos hospitais – da sua necessidade para pagamento imediato, de forma a não comprometer o fluxo de caixa do Fundo Nacional de Saúde (FNS).

REESTRUTURAÇÃO –Criado em 2010, o programa visa a melhoraria da gestão hospitalar, a compra de equipamentos e o financiamento de obras nas unidades. Em 2011, o Ministério da Saúde repassou R$ 1,9 bilhão para os hospitais universitários, referente à produção de serviços e outras modalidades de incentivos, além do recurso do Rehuf.

Confira as instituições beneficiadas pelos recursos na tabela abaixo:

 

UF

MUNICÍPIO

SIGLA

UNIVERSIDADE

TOTAL GERAL

SP

São Paulo

UNIFESP

Universidade Federal de São Paulo – Hospital São Paulo

R$ 8.516.653,97

CE

Fortaleza

UFC

Universidade Federal do Ceará – Hosp. Univ. Walter Cantídio

R$ 21.735.195,85

CE

Fortaleza

UFC

Universidade Federal do Ceará – Maternidade Escola Assis Chateaubriand

R$ 11.523.984,55

RS

Rio Grande do Sul

FURG

Fundação de Apoio ao Hospital de Ensino de Rio Grande – HU Pro. Miguel Riet Correa Junior

R$ 3.367.148,28

MS

Dourados

UFGD

Universidade Federal Grande Dourados – HU da Grande Dourados

R$ 2.489.331,25


Fonte: www.saude.gov.br

MINISTÉRIO DA SAÚDE DESTINA R$ 47,6 MILHÕES A HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS

 

                           A Portaria n° 1.979, publicada nesta quinta-feira (13), no Diário Oficial da União (DOU) assegura o repasse de R$ 47,6 milhões para hospitais ligados a cinco universidades federais. As unidades beneficiadas integram o Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários (Rehuf), desenvolvido e financiado pelos Ministérios da Saúde e da Educação.

O repasse destinado para cada hospital foi definido com base nos planos de trabalho, termos de referência e projetos enviados pelas instituições para atendimento às políticas prioritárias do Ministério da Saúde. De acordo com a portaria, a liberação dos recursos fica condicionada a comprovação – pelos hospitais – da sua necessidade para pagamento imediato, de forma a não comprometer o fluxo de caixa do Fundo Nacional de Saúde (FNS).

REESTRUTURAÇÃO –Criado em 2010, o programa visa a melhoraria da gestão hospitalar, a compra de equipamentos e o financiamento de obras nas unidades. Em 2011, o Ministério da Saúde repassou R$ 1,9 bilhão para os hospitais universitários, referente à produção de serviços e outras modalidades de incentivos, além do recurso do Rehuf.

Confira as instituições beneficiadas pelos recursos na tabela abaixo:

 

UF

MUNICÍPIO

SIGLA

UNIVERSIDADE

TOTAL GERAL

SP

São Paulo

UNIFESP

Universidade Federal de São Paulo – Hospital São Paulo

R$ 8.516.653,97

CE

Fortaleza

UFC

Universidade Federal do Ceará – Hosp. Univ. Walter Cantídio

R$ 21.735.195,85

CE

Fortaleza

UFC

Universidade Federal do Ceará – Maternidade Escola Assis Chateaubriand

R$ 11.523.984,55

RS

Rio Grande do Sul

FURG

Fundação de Apoio ao Hospital de Ensino de Rio Grande – HU Pro. Miguel Riet Correa Junior

R$ 3.367.148,28

MS

Dourados

UFGD

Universidade Federal Grande Dourados – HU da Grande Dourados

R$ 2.489.331,25


Fonte: www.saude.gov.br

ABERTA AS INSCRIÇÕES PARA A 12ª EXPOEPI

                                  Estão abertas as inscrições para os profissionais de saúde de todo o país que tenham interesse em participar da 12ª Mostra Nacional de Experiências Bem Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças – EXPOEPI.  A mostra acontecerá em Brasília/DF, entre os dias 16 e 19 de outubro de 2012.

O evento, realizado pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, foi criado em 2001 e tem como principal objetivo difundir temas importantes para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). Por meio de sua Mostra Competitiva, são premiados profissionais e serviços de saúde do país que se destacaram no desenvolvimento de ações de vigilância em saúde. As inscrições serão realizadas somente pela Internet, no site www.saude.gov.br/svs, e as vagas são limitadas.

Na Expoepi também são promovidos, com a apresentação de painéis e mesas redondas, debates de cunho técnico-científico relevantes para o aprimoramento das ações de vigilância em saúde. "A Expoepi premia, debate e valoriza as experiências bem sucedidas no país. Precisamos contribuir com a eliminação da extrema pobreza e contar com o apoio do ser humano – o principal personagem da luta por uma melhor qualidade do SUS. Por isso, a presença de profissionais da saúde e a realização da Expoepi são importantes para alcançarmos juntos esses objetivos", frisou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

Na edição de 2012, as experiências e trabalhos técnico-científicos serão premiados nas diferentes áreas constitutivas da vigilância em saúde. São dez grandes áreas das experiências que concorrerão, com os seguintes temas:

1 – Vigilância em saúde ambiental e em saúde do trabalhador
2 – Integração das ações de vigilância, prevenção e controle das doenças e agravos com os serviços de saúde
3 – Vigilância, controle e prevenção das DST/aids e hepatites virais
4 – Vigilância, controle e prevenção da dengue
5 – Melhoria da qualidade da informação em saúde
6 – Vigilância, controle e prevenção dos agravos e doenças não transmissíveis e promoção da saúde
7 – Vigilância, controle e prevenção da hanseníase, leishmanioses e outras doenças relacionadas à pobreza
8 – Vigilância, controle ou eliminação das doenças imunopreveníveis
9 – Vigilância, controle e prevenção da tuberculose
10 – Investigações de surtos conduzidas pelas esferas estadual e municipal do SUS – Prêmio Carlos Chagas

Além dessas áreas de premiação, há uma modalidade voltada para a premiação dos profissionais da saúde que atuam no SUS e desenvolveram trabalhos técnico-científicos, em nível de pós-graduação, que tenham contribuído para o aprimoramento das ações de vigilância em saúde, prevenção e controle de doenças e agravos de interesse da Saúde Pública.

Para este ano, os prêmios foram reajustados, sendo no valor de R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais) para as experiências vencedoras e de R$ 6.000,00 (seis mil reais), R$ 9.000,00 (nove mil reais) e R$ 12.000,00 (doze mil reais) para os trabalhos de especialização, mestrado e doutorado vencedores, respectivamente.

A Expoepi 2012 traz ainda grandes novidades, como duas exposições: "Percurso Histórico das Ações de Vigilância, Prevenção e Controle de Doenças no Brasil" e o "Novo Festival Internacional de Humor e Arte em Aids", além da divulgação do "Concurso Cultural: Arte, prevenção e hepatites virais para tatuadores e manicures".

PERCURSO HISTÓRICO DAS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS NO BRASIL – Durante a 12ª Expoepi, será realizada uma exposição sobre a história da Prevenção e Controle de Doenças no Brasil. A exposição abordará a saúde como uma dimensão da vida humana e social que transcende em muito os aspectos puramente médicos e biológicos. Extremamente complexa e abrangente, a história da saúde pública será contada através de um amplo panorama que possa contar ao grande público parte dos vínculos que unem as condições sanitárias de um país aos temas da construção da nacionalidade, da cidadania e do Estado.

FESTIVAL INTERNACIONAL DE HUMOR E ARTE EM AIDS – Com o sucesso do Salão do Humor, ficou demonstrado que trabalhar assuntos difíceis de forma lúdica é uma excelente estratégia para educar e informar as pessoas. Assim, por meio de uma parceria entre Ministério da Saúde, Ministério da Cultura e Unesco, o Festival irá  incentivar a produção de obras criativas para a promoção de estilos de vida saudáveis relacionados ao HIV/AIDS a partir da discussão de três grandes eixos: Prevenção, Tratamento e Direitos Humanos.

Os trabalhos selecionados em cartuns, tirinhas cômicas e arte urbana ficarão à mostra durante a 12ª Expoepi, onde acontecerá votação dos trabalhos pelos participantes presentes no evento. E no Dia Mundial de Luta contra a Aids, 1º de dezembro, serão premiados os vencedores do concurso.

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo fones (61) 3315-3919/3429/3422 ou pelo e-mail  expoepi.svs@saude.gov.br.

Para acessar o site da 12ª Expoepi clique aqui!

Acesse aqui o Edital de abertura das inscrições da 12ª Expoepi.

Fonte: www.conasems.org.br


BRASIL SUPERA META DA ONU DE REDUÇÃO DE MORTE INFANTIL

 

                                   O Relatório Progresso 2012- O compromisso com a sobrevivência da criança: Uma promessa renovada, divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), nesta quinta-feira (13), destaca que o Brasil já alcançou os índices de redução definidos pelas metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODB), em relação à mortalidade de crianças com menos de cinco anos de idade. O acordo internacional previa a redução em 2/3 da mortalidade desse público entre 1990 e 2015.

De acordo com a ONU, o Brasil apresentou redução de 73% das mortes na infância desde 1990. Neste ano, a taxa brasileira indicava que a cada mil crianças nascidas vivas, 58 morriam antes de completar cinco de anos de vida. Em 2011, o órgão internacional  mostra que o índice reduziu para 16/1.000.

Os dados divulgados pela ONU estão dentro das expectativas do Ministério da Saúde e confirmam que as politicas de Saúde Pública do governo federal voltadas para a família, à gestante e à criança têm dado resultados positivos. Em 2011, o Brasil foi um dos cinco países que mais teve redução da mortalidade em crianças.

"Atingir a meta estabelecida pela ONU antes do prazo é uma grande vitória brasileira. Esta significativa redução faz parte da expansão da Atenção Básica no país, por meio da Estratégia Saúde da Família (ESF), e de ações preconizadas para a melhoria da atenção integral a saúde das crianças. Mas nós queremos avançar ainda mais. Para isso, temos a Rede Cegonha que vai reforçar a qualidade no pré-natal e também a qualidade na assistência ao parto", enfatiza o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O Ministério da Saúde investiu cerca de R$ 3,3 bilhões na Rede Cegonha e já conta com a adesão de 4.729 municípios brasileiros.  O programa, que reúne medidas que garantem assistência integral às grávidas e ao bebê, criou 348 leitos neonatais e requalificou mais 86 em 2011. A previsão é habilitar outros 350 novos leitos neonatal ainda este ano. Atualmente, o Brasil conta com 3.973 de UTI Neonatal e 2.249 leitos de UTI Pediátrico. Estima-se que 91,5% do total de gestantes usuárias do SUS serão atendidas pelo programa.

A coordenadora da área de Sobrevivência e Desenvolvimento Infantil do UNICEF no Brasil, Cristina Albuquerque, enfoca que esta vitória reflete os esforços brasileiros para enfrentar as principais causas de mortalidade.  "Esse resultado deve ser celebrado pelo País porque representa o esforço conjunto do governo e da sociedade em favor da garantia do direito de sobrevivência das crianças brasileiras", afirma.

O Brasil possui a maior e mais complexa rede de Banco de Leite do mundo, que conta com 208 bancos e 109 postos de coleta em todo o país. No caso dos bebês prematuros o leite materno é importantíssimo para o desenvolvimento saudável, fortalecimento, proteção contra alergias e infecções.

A Politica Nacional de Aleitamento Materno também tem conseguido ampliar as taxas de aleitamento materno de forma significativa e contribuído efetivamente para que o país atingisse as metas internacionais. Nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, o tempo médio de aleitamento materno aumentou em um mês e meio entre 1999 a 2008.

O Programa Nacional de Imunização que conseguiu que o país eliminasse a ocorrência de muitas doenças imunopreveníveis, O Ministério da Saúde incluiu a vacina de Rotavírus Humano (VORH) no calendário de vacinação em 2006, hoje cerca de87 % das crianças estão imunizadas. Em 2010, foram incluídas as vacinas Pneumocócica 10 (conjugada) e a meningocócica C (conjugada).

A diminuição da pobreza obtida pelo programa brasileiro de transferência de renda – o Bolsa Família – é um forte fator para a redução dos óbitos infantis. Para receber a verba federal toda mãe com crianças de até sete anos de idade deve apresentar a carteira vacinal em dia e, caso a mulher esteja gestante, deve ter acompanhamento do pré-natal.

Fonte: www.saude.gov.br

SAÚDE NÃO TEM PREÇO EM MATO GROSSO DO SUL

O Saúde Não Tem Preço – marca do Aqui Tem Farmácia Popular – beneficia cada vez mais brasileiros e amplia o acesso ao tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). No Mato Grosso do Sul, a iniciativa garantiu medicamentos gratuitos para 503.805 pacientes. No estado, o número de pessoas assistidas com a oferta de medicamentos para diabetes e hipertensão aumentou em 1.411% desde o início da gratuidade.O total mensal de atendimentos passou de 2.908, em janeiro de 2011, para 43.940, em agosto de 2012. Em todo o País, 10,7 milhões pessoas já foram beneficiadas desde o início da gratuidade (diabetes e hipertensão).

Em junho deste ano, com intuito de aumentar o acesso e diminuir o número de internações por asma, o governo federal decidiu incluir no Saúde Não Tem Preço três medicamentos para asma, beneficiando 204 mil pessoas em três meses. Desses, 386 estão no Mato Grosso do Sul, aumento de 267%. Ao total, são 17 medicamentos gratuitos para diabetes, hipertensão e asma.

Em todo o País, são mais de 20 mil farmácias, entre públicas e particulares credenciadas, que distribuem os medicamentos. No Mato Grosso do Sul, são 211 estabelecimentos. Para obter os produtos disponíveis no Saúde Não Tem Preço, o usuário precisa apresentar CPF, documento com foto e receita médica dentro do prazo de validade. Pessoas com mais de 60 anos ou com dificuldades de locomoção ficam dispensadas da presença física, podendo o medicamento ser retirado com procuração por familiares ou amigos.

FARMÁCIA POPULAR – Criado em 2004 para ampliar o acesso da população a medicamentos para as doenças mais comuns entre os cidadãos, o programa Farmácia Popular do Brasil oferta medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto. São medicamentos para o tratamento de doenças como colesterol, osteoporose, doença de Parkinson, além de contraceptivos e fraldas geriátricas.

No último ano, o programa registrou um crescimento de 300% no número de pessoas beneficiadas, saltando de 1,2 milhão em janeiro de 2011 para 5 milhões em agosto de 2012. Já no Mato Grosso do Sul, o aumento foi de 860%, passando de 5.155 atendidos em janeiro, para 49.483 em agosto.

O número de farmácias que ofertam esses medicamentos também aumentou. A participação das farmácias privadas credenciadas cresceu de 14 mil, no ano passado, para cerca de 20 mil em 2012. No mesmo período, o número de municípios cobertos com farmácias credenciadas passou de 2.467 para 3.353. Desses, 1.060 são municípios de extrema pobreza — eram 578, em 2011. A meta é contemplar mais 1.305 municípios de extrema pobreza até 2014.

Na rede pública de saúde, o ministério ampliou a quantidade de produtos da lista de medicamentos do SUS de 342, em 2008, para 550, em 2010. Este ano, a lista já soma 810 itens.

Fonte: www.saude.gov.br

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